NOTA OFICIAL - Reação ao aumento da luz

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NOTA OFICIAL

A FAEMG repudia veementemente o reajuste na tarifa de energia elétrica, da CEMIG, a partir de 28 de maio, pois vai causar impacto forte nos custos da agropecuária mineira, e as consequências serão queda na produção e aumento no preço dos alimentos.

O percentual de revisão da ANEEL, ficou em média, em 23,19% para os consumidores dos 774 municípios da área de concessão da distribuidora. Também haverá, simultaneamente, aumento da arrecadação do ICMS e do PIS/COFINS.

Na CEMIG, cerca de 10% dos consumidores são rurais – produtores, aquicultores, irrigantes, agroindústrias na área rural – e classificados em “B2” (atendidos em baixa tensão) e “A4” (atendidos em média tensão).

Os percentuais incidentes na tarifa serão de 18,76% para o “B2” e de 23,35% para o “A4”.

O aumento da tarifa de energia afeta diretamente o setor produtivo, que é cada vez mais eletrodependente, especialmente nos últimos anos, quando houve investimentos elevados em tecnologia, automatização, industrialização no meio rural. A isto se somam as necessidades de irrigação, aquicultura, criação de aves e suínos e produção de leite, que utilizam energia intensivamente.

A FAEMG lamenta profundamente que o agronegócio, que tanto tem contribuído para o desenvolvimento do país, seja punido com este aumento abusivo.

 

 

Roberto Simões

Presidente do Sistema FAEMG
Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais